sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Orgulho de ser do Sul do Brasil

Um pouco de Arnaldo Jabor :

Se todos nós amássemos o nosso País como os sulistas, o Brasil seria outro...
O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo
ressentimentos passivos.

Olham o escândalo na televisão e exclamam 'que horror'.

Sabem do roubo do político e falam 'que vergonha'.

Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam 'que absurdo'.

Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão
e dizem 'que baixaria'.

Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram 'que medo'. E pronto!
Pois acho que precisamos de uma transição 'neste país'.
Do ressentimento passivo à participação ativa'.

Pois recentemente estive em Porto Alegre , Caxias do Sul, Florianópolis, Joinville, Foz do Iguaçu e Curitiba, onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, ainda mais um paulista/paulistano que sou.

Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Paraná, palestrando num evento da FAE, uma surpresa.

Abriram com o Hino Nacional.

Todos em pé, cantando.

Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Paraná.

Fiquei curioso. Como seria o hino?

Comentei com um senhor ao meu lado, e ele disse que em todas as partidas de futebol no estado, o hino estadual também é executado.

Começa a tocar e, para minha surpresa, quase todos cantam a letra:

“Entre os astros do Cruzeiro!
És o mais belo a fulgir,
Paraná serás luzeiro, Avante para o porvir!
A glória, Santuário..
Que o povo aspire e que idolatre-a...
E brilharás com brilho vário,
Estrela rútila da Pátria,
Pela vitória do mais forte,
Lutar, lutar, chegada é a hora!"


Na semana seguinte, em um belo evento que palestrei na Sindirádio em Porto Alegre , pós Hino Nacional Brasileiro, toca-se o Hino do Estado do Rio Grande do Sul:

“Como a aurora precursora
do farol da divindade,
foi o vinte de setembro
o precursor da liberdade”


Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem.

E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado.

Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é 'comunidade'.

Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo.

Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Que o Rio de Janeiro tem hino? Pois é...

Foi então que me deu um estalo.

Sabe como é que os 'ressentimentos passivos' se transformarão em participação ativa?

De onde virá o grito de 'basta' contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil?

De São Paulo é que não será.

Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo e Rio de Janeiro.

Os paulistas e cariocas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção.

São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem 'liga'.

Cada um por si e o todo que se dane.

E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes.

Penso que o grito - se vier - só poderá partir das comunidades que ainda têm essa 'liga'. A mesma que eu vi em Curitiba e Porto Alegre.

Algo me diz que mais uma vez os brasileiros apaixonados do sul é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo , Rio, etc.

Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles.

De minha parte, eu acrescentaria, ainda: '...Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra...'

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Google analytics

O Google Analytics é a solução de análise da web de cunho empresarial que fornece a você uma ótima visibilidade do tráfego e da eficiência do marketing do seu website. Recursos avançados, flexíveis e fáceis de usar permitem que você veja e analise dados de tráfego de uma maneira totalmente nova. Com o Google Analytics, você se prepara melhor para compor anúncios mais bem segmentados, fortalecer suas iniciativas de marketing e criar websites que geram mais conversões.

Para acessá-lo é necessário ter uma conta no google. Acesse pelo endereço www.google.com/analytics.


Lá na página, o google pedirá pra você indicar quais páginas do seu site deverão ser analisadas. Depois fornecerá um script JavaScript que deverá ser adicionado em cada uma das páginas indicadas.


Finalmente o google fará um teste de acesso a essas páginas e concluirá a instalação. Logo depois disso você poderá acompanhar a análise de acessos às suas páginas.


E isso sem pagar nada, é claro..

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Empresas estimulam profissionais de TI a ampliarem conhecimentos

As corporações reconhecidas pelo desenvolvimento de excelentes planos de carreira para seus profissionais – como o caso de Johnson & Johnson e Xerox – têm buscado um novo perfil para os funcionários de TI. Essas organizações dão prioridade para pessoas com perfil colaborativo e que estejam dispostas a trabalhar em diferentes áreas da empresa e não apenas no departamento de tecnologia.
"Acredito que contratar funcionários para um trabalho único e exclusivo é uma ideia do passado", afirma CIO da Johnson & Johnson, LaVerne Council. Em vez disso, ele e outros gestores de TI têm focado no desenvolvimento de programas de job rotation (rotação de trabalhos), com o intuito de oferecer a experiência em diferentes setores da organização. "Nós temos um processo de gestão de talentos, no qual ajudamos nossos funcionários a direcionar a carreira em diferentes funções, de negócios até tecnologia", explica o CIO da fornecedores de produtos industriais WW Grainger, Tim Ferrarell.
Até o momento, essa estratégia parece estar funcionando. Ferrarel, por exemplo, começou na Grainger em gerenciamento de propaganda e produtos, mudou-se para marketing e estratégia e, há sete anos, atua no departamento de tecnologia. O mesmo aconteceu com Jim Ryan, atual CEO da Grainger, que anteriormente exerceu a função de CIO.
Na Xerox, a tendência é similar. O executivo que comandou a transformação da companhia – de uma fornecedora de hardware para uma prestadora de serviços – é ex-gerente do portfólio de aplicações. "O muro anteriormente impenetrável entre o departamento de TI e de negócios tornou-se permeável", brinca o CIO da fabricante, John McDermott.
Na indústria alimentícia General Mills, a estratégia de carreira gira em torno de contratar os melhores e mais brilhantes profissionais e, em seguida, mantê-los engajados para trabalhar o resto de suas carreiras com a empresa, que faturou 14,8 bilhões de dólares em 2009.
O tempo médio de permanência na General Mills é de cerca de 13 anos para os profissionais de TI em geral e de 16 anos para um gerente de TI. A rotatividade é inferior à média da indústria, que é de 5%. Igualmente notável é que mais de 15% dos funcionários de tecnologia da empresa têm MBA.
"Estamos procurando maneiras de atrair pessoas talentosas e que queiram ficar bastante tempo na empresa. Quando vamos contratar alguém, realmente queremos que ela pertença à nossa organização", diz Chris Perretta, CIO da State Street.
 Fonte:  Computerworld

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Como explicar ao filho como nascemos...

Como contar aos filhos dessa nova geração a mais antiga das questões: “de onde vem os bebês?”

- Pai, como é que eu nasci?
- Muito bem, tínhamos de ter essa conversa um dia…
- O que aconteceu foi o seguinte: eu e sua mãe nos conhecemos e nos encontramos num chat desses da web, para conversar…
- O papai marcou uma Interface com a mamãe num Cybercafé e acabamos Plugados no banheiro dele.
- A seguir, a mamãe fez uns Downloads no Joystick do papai e, quando estava tudo pronto para a Transferência de Arquivo, descobrimos que não havia qualquer tipo de Firewall conosco.
- Como era tarde demais para dar o Esc, papai acabou fazendo o Upload de qualquer jeito com a mamãe e, nove meses depois… apareceu você…….. o Vírus…

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

SWAT - Gerenciamento web para o Samba

O Swat é uma ferramenta web para configuração e gerenciamento do Samba. Pra que ficar alterando o Samba via linha de comando se podemos fazê-lo diretamente através de uma interface web...


Instalação pelo apt-get:
apt-get install swat

Depois acrescente a linha no /etc/inet.d:

swat            stream  tcp     nowait.400      root    /usr/sbin/tcpd  /usr/sbin/swat
Reinicie o inetd:
/etc/init.d/inetd restart 

E pronto.. para acesar o swat acessa pela porta 901:
http://localhost:901
Ao acessar, será solicitado um login/senha de um usuário válido do Linux.

Quando o Linux não levanta a interface de rede

Certa vez tive um problema quando tentei instalar uma terceira placa de rede e não deu certo. Até então havia utilizado no máximo duas placas de rede, mapeadas em eth0 e eth1 e nunca uma terceira placa. Com duas o Linux mapeou certinho, podendo levantá-las ou baixá-las com ifconfig, mas com 3 placas, apesar de conhecer a terceira, não foi possível utilizar sua interface (eth2, eth3, …) com ifconfig.
Através do comando
lspci, observei que as três placas foram reconhecidas normalmente, sendo 2 onboard (placa ASUS) e uma offboard (3COM), como mostra a saída do comando abaixo:

$ lspci | grep Ethernet

02:00.0 Ethernet controller: Marvell Technology Group Ltd. 88E8056 PCI-E Gigabit Ethernet Controller (rev 12)
05:00.0 Ethernet controller: 3Com Corporation 3c905B 100BaseTX [Cyclone] (rev 30)
05:02.0 Ethernet controller: Marvell Technology Group Ltd. 88E8001 Gigabit Ethernet Controller (rev 14)
Pesquisando na internet, descobri que as informações persistentes sobre rede (as placas) são guardadas no arquivo /etc/udev/rules.d/70-persistent-net.rules. Talvez mude em uma versão posterior ou em outra distribuição, mas é fácil descobrir qual o arquivo:

$ cd /etc/udev/rules.d
$ ls *net.rules*

O comando mostra o arquivo utilizado.
Nesse arquivo estão mapeadas todas as placas de rede reconhecidas pelo Linux, inclusive firewire. Conteúdo do arquivo:

$ cat 0-persistent-net.rules
# PCI device 0x11ab:0x4364 (sky2)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:24:8c:a4:04:72", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth0"

# PCI device 0x11ab:0x4320 (skge)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:24:8c:a4:03:dc", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth1"

# Firewire device  (nodemgr)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:1e:8c:00:01:e1:cc:91", ATTR{type}=="24", KERNEL=="eth*", NAME="eth2"

# PCI device 0x10b7:0x9055 (3c59x)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:50:04:22:62:16", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth1"
No arquivo acima estão, em ordem:


1 –> a primeira placa de rede onboard, mapeado como eth0;

2 –> a segunda placa de rede onboard, mapeado como eth1;

3 –> uma placa firewire onboard, mapeado como eth2;

4 –> a terceira placa de rede offboard, mapeado como eth1.



Esse arquivo é atualizado automaticamente pelo Linux quando uma nova placa de rede é inserida no micro. O erro que ocorreu foi que a partir da terceira, ele sempre atribui a interface eth1!!
Para corrigir isso, basta atribuir manualmente a interface correta, que nesse caso eu coloquei
eth3:
# PCI device 0x11ab:0x4364 (sky2)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:24:8c:a4:04:72", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth0"

# PCI device 0x11ab:0x4320 (skge)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:24:8c:a4:03:dc", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth1"

# Firewire device  (nodemgr)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:1e:8c:00:01:e1:cc:91", ATTR{type}=="24", KERNEL=="eth*", NAME="eth2"

# PCI device 0x10b7:0x9055 (3c59x)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:50:04:22:62:16", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth3"
Isso também pode ser utilizado para trocar a interface de rede entre as placas, mudando de eth0 para eth1, ou vice-versa, entre as placas de rede instaladas.
Foi preciso reiniciar a máquina para que as alterações tenham efeito. 

quinta-feira, 10 de junho de 2010

As 13 perguntas mais clássicas de entrevista de emprego

São Paulo – A entrevista é a etapa mais importante de um processo de seleção. É o momento em que, olhando nos olhos do candidato, o recrutador consegue comprovar intuições e tirar todas dúvidas possíveis. Só depois disso, ele estará apto para bater o martelo sobre a contratação ou não.
“Essa é a hora da verdade. O candidato tem que fazer de tudo para encantar o recrutador”, diz Irene Azevedo, da consultoria DBM. Vencer a ansiedade e responder as expectativas do recrutador ao mesmo tempo não é tarefa fácil.
Por isso, conversamos com os principais headhunters do país para descobrir as perguntas mais tradicionais durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. Confira.
1.Por que você está mudando de emprego?
Essa é a primeira pergunta entre as mais perigosas em uma entrevista de emprego. Por isso, é preciso extrema cautela para respondê-la. O candidato que decidir soltar o verbo contra o emprego anterior cai em descrédito logo de início.
“Isso soa mal. Passa a impressão de um profissional intransigente que, na primeira mudança de rota, prefere uma movimentação”, afirma Eduardo Baccetti, sócio-diretor da consultoria de recrutamento 2GET.
De acordo com Priscila de Azevedo Costa, coordenadora do programa de Carreira do grupo Veris, o caminho para conversar sobre essa questão de uma maneira convincente é remeter para o atual momento de carreira e para os próprios planos para o futuro.
2.Por que você foi demitido?
Uma das principais saias justas em uma entrevista de emprego é quando o recrutador, sem nenhum pudor, busca saber o contexto em que o candidato foi desligado da empresa anterior. O assunto é delicado e exige muito jogo de cintura do candidato. A melhor estratégia, segundo os especialistas, é ser sincero. E, em alguns casos, recorrer a um tom mais eufemista.
Nesse contexto, por exemplo, “o candidato pode dizer que divergia estrategicamente do direcionamento da empresa”, exemplifica Irene. Ou, “admitir que estava em um momento em que não podia contribuir totalmente para as necessidade da empresa”, diz Priscila. O importante, segundo ela, é tomar cuidado para não prejudicar a própria imagem ou falar mal da companhia.
3.Por que quer trabalhar aqui?
Não vale responder que esse era o seu sonho de infância. Por isso, é fundamental estudar sobre os valores da empresa antes da entrevista e mostrar para o recrutador que seu plano de carreira está alinhado com essa visão.
“O candidato tem que ter muita consciência das suas próprias realizações e intenções”, diz Irene. “E, a partir disso, saber contar muito bem sua história”.
4.Quais suas principais realizações ao longo da carreira?
Para responder a perguntas como essa, é preciso fazer uma avaliação profunda sobre sua evolução na carreira antes da entrevista. Afinal, segundo os especialistas, esse tipo de tópico demanda informações precisas sobre os fatos que tornaram seu passado profissional memorável. “Se eu não tiver resultados que suportem e comprovem meus pontos fortes, não irá adiantar nada”, afirma Irene.
5.Quais seus principais fracassos?
Aqui a proposta do recrutador é entender como você reage diante de situações difíceis. Por isso, não tenha medo de relatar os problemas que você já enfrentou em outros empregos. Foque, contudo, na maneira como conseguiu driblar as dificuldades e nas lições que tirou de cada situação. A, ideia, segundo os especialistas é tentar mostrar que os fracassos, no fim, contribuíram para seu amadurecimento na carreira.
6.Quais seus pontos fortes?
Elencar as próprias qualidades nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, saber falar sobre isso de uma maneira elegante é essencial durante uma entrevista de emprego. Lembre-se que este é o momento para mostrar ao recrutador que você tem as características necessárias para o cargo em questão. Contudo, cuidado para não cair no narcisismo vazio. “Ele precisa mostrar exemplos práticos dessas qualidades”, afirma Priscila.
7.Que pontos em seu comportamento ainda precisam ser desenvolvidos?
Para responder a tradicional pergunta sobre defeitos, boa parte dos candidatos recorrem ao macete clássico de se definir como um profissional perfeccionista. “Todo mundo quer transformar uma qualidade excessiva num defeito”, afirma Priscila.
Segundo ela, diante desse clichê, os recrutadores logo ficam com um pé atrás. Agora, se você realmente é perfeccionista, a dica é dar um exemplo prático que prove essa característica. E, para mostrar que está sendo sincero, conte sobre outro defeito. Mas, cuidado para não dar um tiro no pé. “Escolha uma questão que não atrapalhe muito sua eficiência no trabalho e contextualize”, diz Priscila.
8.Quais são suas motivações?
O objetivo do recrutador com esta questão é avaliar se o perfil do profissional é coerente com a estrutura da empresa. “Todo mundo precisa ser motivado para continuar a produzir bem”, diz Priscila. E ninguém quer contratar um profissional que, em poucos meses, perca o contentamento em trabalhar. Por isso, para seu próprio bem, não tente dissimular uma resposta padrão. Seja sincero consigo mesmo e mostre qual a empresa ideal para seu perfil.
9.Consegue trabalhar sob pressão?
Saber lidar com a pressão no mercado de trabalho é uma postura que exige tempo e aprendizado. Por isso, mostre para o recrutador exemplos práticos que comprovem que você consegue se dar bem em situações como essas. “Não responda apenas sim ou não. Sempre traga uma experiência que esclareça o que você quer contar”, diz Priscila.
10.Conte sobre sua família? O que faz nas horas vagas?
Os recrutadores hoje já entendem que vida profissional e pessoal estão, sim, ligadas. Por isso, com essa pergunta, a proposta é entender como a rotina pessoal influencia a dinâmica durante o horário do expediente. “Conforme a pessoa fala, queremos identificar quais os valores que ela tem”, explica Priscila. Segundo ela, o ponto não é tentar ser perfeito, mas mostrar como você administra os principais conflitos da vida.
11.Qual sua pretensão salarial?
A dica de Irene para esse momento da entrevista é tentar adiar ao máximo sua resposta. “Explique que o valor da sua remuneração só pode ser definido quando você entender todos os desafios do cargo”, explica. Se a justificativa não pegar e o recrutador insistir em uma resposta, conte qual era seu último salário.
12.Quais seus planos para o futuro?
Neste ponto, o recrutador quer identificar se sua estratégia de carreira está alinhada ou não com o ritmo da corporação. Nem sempre, contudo, é fácil ter na ponta da língua projetos para um futuro muito longínquo. Se esse for seu caso, não se desespere. Seja sincero e mostre consistência nos planos para médio e curto prazo.
13.Por que devo contratar você?
Essa pergunta requer extrema coerência do candidato com todas as informações que passou para o recrutador durante o processo de seleção. É, neste ponto, que ganha relevância, o profissional que souber fazer o melhor marketing pessoal. “O perfil pessoal acaba determinando muito, o brilho no olho, a vontade de ainda querer fazer”, diz Baccetti, da 2 GET.

Fonte: Exame.com